Resenha de filme


TUDO EM TODO LUGAR AO MESMO TEMPO
Assisti ao premiado “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” sem qualquer pretensão de encontrar nele o tanto de teoria feminista que encontrei. O que inicialmente me capturou foi outra coisa: a promessa do absurdo, dos multiversos, das rupturas temporais, dessa estética quase delirante que mistura ficção científica, humor e caos. Sempre gostei de narrativas que brincam com universos paralelos e possibilidades infinitas da existência. Assisti ao filme numa tarde comum, ao lado dos
Ivana Moura
25 de mai.5 min de leitura
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