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Integrantes do Núcleo Materna
Mithaly Corrêa
Graduada em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2023). Mestra em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - ProPEd/UERJ (2026), com fomento da CAPES pelo Programa de Excelência Acadêmica (PROEX/CAPES). Especialista em Tecnologias Digitais e Inovação na Educação pela Faculdade Líbano (2026). Pesquisadora no Grupo de Pesquisa Juventude, Educação, Gênero e Sexualidade na Cibercultura - JEGESC/UERJ. Fundadora e Coordenadora do Núcleo Virtual de Pesquisa em Gênero e Maternidade - Núcleo Materna. Idealizadora e Vice-coordenadora do Projeto de Extensão Universitária ''Mães na Universidade: acesso, permanência e progressão de mulheres-mães'' da UFRJ. Pesquisa Movimentos de Mães Universitárias em/nas redes e Ciberativismo Materno-Feminista como estratégia de resistência, com foco em desigualdades educacionais no ensino superior.

Juliana Márcia
Juliana Marcia Santos Silva - Graduada em Serviço Social (2017) e mestra em Estudos Interdisciplinares Sobre Mulheres, Gênero e Feminismo pela UFBA (2020). Doutora em Serviço Social pela PUC-Rio (2024). Membro do GT Mulheres Cientistas e Maternidades Plurais da UFG - GTMCMP, do Grupo de Pesquisa Ciência, gênero e educação - CIGE-NEIM-UFBA, do grupo de Políticas de Ações Afirmativas e Reconhecimento - GPAAR PUC-Rio, e do GT para realizar estudos técnicos relacionados à Política Nacional de Permanência Materna nas Instituições de Ensino Superior do Ministério da Educação. Ativista do Coletivo Nacional de Mães na Universidade.

Coordenadoras
Ivana Moura
Mães do Paulo e do Carlos. Pedagoga e Sociologia. Mestre em Serviço Social e Ciências Sociais. É integrante proponente do Coletivo de Mães da PUC-Rio, atuando na articulação política e na defesa da permanência de mães no ensino superior. E colaboradora no Coletivo Nacional de Mães na Universidade e pesquisadora no Grupo de Pesquisa de Açôes Afirmativas e Reconhecimento (GPAAR - PUC Rio). Militante pelos direitos das mulheres, das mães e das infâncias.
Kamila Eulalio
Kamila Eulalio Abreu é doutora em Educação pela UFRJ, mestre em Educação pela UNIRIO e licenciada em Ciências Sociais. É professora de Sociologia da SEEDUC-RJ, pesquisadora do LEPES/UFRJ, coorientadora do Programa Acolhe UNIRIO e integra a coordenação do Núcleo Virtual de Pesquisa em Gênero e Maternidade (Núcleo Materna). Desenvolve pesquisas qualitativas nas áreas de Sociologia da Educação, juventudes, maternidade universitária, permanência estudantil, políticas públicas, gênero e cuidado, com foco nas desigualdades educacionais, nas relações entre maternidade e educação superior e nas políticas de acesso e permanência no ensino superior.


Pesquisadoras
Luana de Paula Santos
Luana de Paula Santos é doutoranda em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, mestra em Integração Contemporânea da América Latina pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana e professora da rede municipal de ensino do Guarujá (SP). Mulher autista (TEA), mãe de Luís, também autista, e de Pedro, desenvolve pesquisas e formações voltadas às áreas de gênero, maternidades, humanização do parto, direitos reprodutivos, educação e história social. É fundadora do Instituto DouLuar, integrante do Núcleo Materna e pesquisadora do GEGES – Grupo de Estudos Gênero, Escravidão e Saúde, vinculado à Universidade da Califórnia e à Fundação Oswaldo Cruz, e do grupo Escravidão, Gênero e Maternidade, ligado à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Sua trajetória acadêmica e profissional articula educação, saúde, direitos humanos e pesquisa interdisciplinar, com destaque para os estudos sobre parteiras tradicionais e maternidades contemporâneas.

Josiane Peçanha
Professora da rede municipal de Niterói, Pedagoga formada pela UFF e atua na rede municipal de Duque de Caxias. É Historiadora e Poeta Antirracista e Feminista, com vários artigos publicados e participações em livros acadêmicos e Antologias Poéticas. Mestre em Ensino de História pela UERJ - Prof-Historia. Membra idealizadora do Coletivo Afrodivas de Niterói- Brasileiras & Cia e do Coletivo Ekó de Duque de Caxias. Participa do Movimento Vidas Negras Importam - Niterói, do Fórum UBUNTU, do FMN - Niterói e da Coalizão Negra por Direitos. Colunista no Núcleo Materna - UFRJ. Pesquisadora das temáticas: Educação Antirracista, Racismo à Brasileira, Decolonialidade/Colonialidade, Ensino de História, maternidade e ciência, e sobre Educação Popular associada à ANPHU , ABPN, GPMC - UFRRJ-UERJ e NUFIPE-UFF.

Deylane Baía
Mestra em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, área de concentração em Antropologia, da Universidade Federal do Pará (PPGCS/UFPA), Especialista em Educação para Relações Étnico-raciais pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) e graduada em Ciências Sociais (Bacharelado e Licenciatura), com ênfase em Antropologia, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Tem interesse em temas como práticas integrativas e complementares em saúde; gestação, parto e nascimento; maternagens e suas interfaces com educação e trabalho. Atua como técnica efetiva em Gestão do Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação em Ciências Sociais na Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA) e como professora efetiva de Ciências Sociais na Secretaria de Estado Educação (SEDUC), onde ministra a disciplina Sociologia no Ensino Médio Regular e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
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Filha da Dona Cleide e mãe do Fernando, com rede de apoio feminina, mulher cis, negra e pansexual, graduada em Pedagogia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós graduanda em Educação e Direitos Humanos pela Faculdade Líbano. Idealizadora e cofundadora do Coletivo de Mães da UFBA, cofundadora do Coletivo Estudantil Negro Ana Célia da Silva, integra o Movimento de Casas de Estudantes (MCE) e o InterColetivos da UFBA- união dos Coletivos de estudantes Trans (Trans UFBA), Quilombolas da UFBA (CODEQUI) e PCD da UFBA), membra do Grupo de Estudos e Pesquisas ERÊ Relações Étnico Raciais na Educação Infantil. Atualmente é voluntária da Associação de Mães Pesquisadoras e Trabalhadoras (AMPET) e do O Núcleo Virtual de Pesquisa em Gênero e Maternidade (Núcleo Materna). Integra a coordenação geral do projeto Estudos da Maternidade (EM). Nomeada no Grupo de Trabalho instituído pela Secretaria de Educação Superior do MEC (Portaria SESU/MEC n 2.005/2023 e Portaria SESU/MEC n 19/2024), destinado a elaborar estudos técnicos para a Política Nacional de Permanência Materna nas Instituições de Ensino Superior brasileiras.

Gisa Camilo
Doutoranda e Mestre em Educação pela UFMG. Graduação em História e Processos Gerenciais. Especialista em Gestão Pública - UEMG e Especialista em Transtorno do Espectro Autista pela UFMG. Pesquisa os temas maternidade, autismo, relações étnico-raciais, universidade e ciência. É pesquisadora do grupo em Políticas e Dados para o Ensino Superior e Ciência/UFRGS e Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Educação e Relações Étnico Raciais/UEMG. Está também como embaixadora do movimento Parent in Science na UFMG. Foi membro da Comissão encarregada de apresentar proposta de Política de Parentalidade na UFMG, e é bolsista CAPES. Igualmente importante é ser Neta da Carmelita, Filha da Camila e Mãe dos gêmeos Eleonora Bartolomeu.

Manoela Veloso Passos
Manoela Veloso Passos é cineasta, pesquisadora e produtora cultural nascida e criada em Aracaju (SE), sócia na Rolimã Filmes. Atua no cinema em diferentes frentes, como montagem, assistência de direção, direção, pesquisa e docência. É graduada em Audiovisual e mestre pelo PPGCINE-UFS, com a dissertação “Cinema de mulheres em Sergipe: mapeamento de filmes e trajetórias de cineastas (1974–2023)”, trabalho que recebeu Menção Honrosa no Prêmio Socine de Teses e Dissertações e foi publicado pelo selo Cinemas e Educações da Editora Multifoco com o título “Cinemas Nascentes”. Desde 2016, sua trajetória pessoal também é atravessada pela experiência da maternidade e pelo cuidado de uma criança com fibrose cística, vivência que atravessa sua forma de pensar o audiovisual, o tempo de criação e as relações de trabalho. É co-criadora da Mostra Maternidade Real, iniciativa de cinema e reflexão coletiva sobre maternidades dedicada a ampliar representações e discutir as dimensões sociais, políticas e afetivas do maternar. Em 2025, coordenou a quarta edição da mostra e coordenou a exposição “Corpo-mãe”, dedicada às relações entre corpo, maternidade e criação.




