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1. Título: MATERNIDADE RECENTE E TRABALHO: UM ESTUDO QUALITATIVO COM

MULHERES DE BAIXA RENDA

Autor: Lúcia Silva da Rocha

RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo analisar o contexto e a experiência de mulheres de baixa renda na relação maternidade recente e trabalho. Para atingir tal objetivo foram levantados dados teóricos para situar a mulher ocidental na atualidade e seus diferentes papéis desempenhados: na sociedade em geral, no núcleo familiar e no mercado de trabalho; além do levantamento da legislação trabalhista referente às licenças parentais no Brasil e no mundo. Para ampliar a visão sobre a situação das mulheres de baixa renda, foi desenvolvida a pesquisa qualitativa através da entrevista de dez mulheres. Constatou-se que as mulheres de baixa renda experienciam a relação de maternidade recente e o trabalho de formas individuais. Por isso, para traduzir essas experiências, a análise foi montada a partir do relato individual das entrevistas e posteriormente foram criadas categorias dos aspectos em destaque nas falas das entrevistadas. Dentre os pontos analisados, um deles foi a constatação de que ao sair para o mercado de trabalho, as mulheres estão sobrecarregadas, pois ainda é desigual a divisão de trabalho no cuidado com os filhos e nas tarefas do lar.

 

Palavras chave: Mercado de trabalho. Maternidade. Licenças Parentais.

Categoria: Trabalho de conclusão de curso de graduação em Administração apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Administração. Orientadora: Profª. Dra. Maria Tereza Flores Pereira

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2.  Título: A EQUIPARAÇÃO DOS PERÍODOS DAS LICENÇAS MATERNIDADE E PATERNIDADE COMO INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE DE GÊNERO

Autor: JADE PHILIPPE DOS SANTOS

RESUMO: A positivação de normas específicas para a proteção do trabalho da mulher foi essencial para a sua inserção no mercado de trabalho. Contudo, a mera regulamentação de direitos, por si, não é garantia de isonomia entre mulheres e homens no mercado de trabalho. No rol de direitos conquistados pela mulher trabalhadora inclui-se a licença maternidade, isto é, um período de afastamento motivado pelo parto ou pela adoção, sem prejuízo do emprego, durante o qual a mulher recebe remuneração proveniente da Previdência Social. Atualmente, a mulher brasileira tem assegurados constitucionalmente 120 dias de licença maternidade, enquanto o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias fixou o prazo da licença-paternidade em 5 dias até que viesse lei específica para a sua regulamentação. Ambas as licenças podem ser prorrogadas por 60 e 15 dias, respectivamente, conforme os ditames da Lei nº 11.770. A exiguidade do período destinado à licença-paternidade, bem como a enorme disparidade entre os prazos das licenças, justifica-se pelos tradicionais papeis de gênero esperados da mulher e do homem na sociedade patriarcal. Relega-se à mulher, ainda hoje, a responsabilidade precípua pelos afazeres domésticos e pelos cuidados familiares, cabendo ao homem o desempenho do trabalho externo. A amplamente disseminada crença de que a mulher teria um instinto maternal nato, isto é, a predisposição biológica para a criação dos filhos não se sustenta, se analisados os discursos que amparam essa teoria, assim como as relações de poder que permeiam a ocupação do espaço privado, pela mulher, e do espaço público, pelo homem. Em virtude dessa repartição desigual, a mulher permanece incumbida pelos afazeres domésticos e enfrenta discriminação no mercado de trabalho. Mostra-se fundamental, portanto, o desenvolvimento de políticas públicas que visem socializar as responsabilidades familiares.

 

Palavras-chave: Igualdade de gênero. Relações familiares. Mercado de trabalho. Licença maternidade. Licença paternidade. Licença parental.

Categoria: Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito à obtenção do título de Bacharel em Direito. Orientadora: Dra. Grazielly Alessandra Baggenstoss

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Maternidade e Administração

4. Título: A LICENÇA-MATERNIDADE COMO REPRESENTAÇÃO DE UMA IDEOLOGIA VELADA - A DIVISÃO DE TAREFAS POR GÊNERO E O DEVER DE CUIDADO PARENTAL

 

Autor: Juliana Cleto

Resumo: Embora os afazeres domésticos sejam majoritariamente desempenhados por mulheres, denota-se que a separação de tarefas por gênero já se encontra ultrapassada. Contudo, persiste uma concepção do homem como um ser público, que prioriza as questões do trabalho em detrimento dos assuntos da esfera privada. Todavia, homens e mulheres detêm, mediante previsão constitucional, direitos e deveres iguais, no grau de sua desigualdade. Dessa forma, entende-se que cabe a ambos os pais criar e instruir os filhos, mormente na fase inicial. Nesse ponto específico, depreende-se que a ampliação do período de licença-paternidade pode erradicar, ao menos parcialmente, a discriminação da mulher no âmbito social, trabalhista e familiar. A igualdade de gênero se alcança quando homem e mulher são equiparados à condição humana, e não quando se tenta elevar um ao outro. Trata-se de sexos distintos, características biológicas diversas, mas que, na medida da desigualdade, são seres iguais, que devem ser tratados com isonomia, cada qual com seu prestígio perante a sociedade. Almeja-se, portanto, desconstruir essa visão estigmatizada de homem-ativo e mulher-passiva, demonstrandose a ideologia velada na visão “natural” do comportamento doméstico feminino; aborda-se o tema do protecionismo direcionado à mulher versus desigualdade de gênero que se perpetua quando não se projeta o mesmo direito de licença-paternidade ao homem - estaria ele privado de uma garantia ou favorecido com a permanência no trabalho?

 

Palavras-chave: Igualdade de gênero. Licença-maternidade. Licençapaternidade. Direito comparado. Responsabilidade parental.

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5. Título:  A MATERNIDADE COMO INFLUÊNCIA NEGATIVA NAS DIFERENÇAS SALARIAIS ENTRE GÊNEROS: UM ESTUDO DAS LICENÇAS MATERNIDADE E PATERNIDADE

Autor: NATÁLIA DE CASTRO ZACARIOTTI

RESUMO: A presente pesquisa busca demonstrar os efeitos negativos da maternidade nos valores salariais pelas mães recebidos, bem como os efeitos positivos nos salários masculinos em razão da paternidade. Para isso, inicialmente, conceitua o princípio da igualdade em suas particularidades, ressaltando sua importância e seu caráter de Direito Fundamental. Em seguida, contextualiza as violências e desigualdades que vitimizam as mulheres ao longo dos anos no âmbito trabalhista, passando pela Constituição de 1988 e chegando às injustiças que permeiam os dias atuais. Estuda, ainda, por meio de uma análise de dados fornecidos, em especial, pela International Labour Organization - ILO1 , a desigualdade salarial em função de gênero decorrente da cultura machista e patriarcal que permeia a vivência das trabalhadoras em diversos países, notando sua reprodução em variados âmbitos profissionais, a depender de fatores específicos concernentes às trabalhadoras e aos seus empregos e funções. Por fim, demonstra os efeitos da licença maternidade e paternidade, evidenciando os prejuízos às mulheres impostos e as benfeitorias da presença paterna no ambiente doméstico logo após o nascimento da criança, bem como o caráter essencial da tutela estatal de referido direito.

 

Palavras-chave: Igualdade. Diferenças salariais. Gênero. Licença maternidade. Licença paternidade

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6. Título:  A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NO AMBIENTE CORPORATIVO: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE GÊNERO NA AREA DA ADMINISTRAÇÃO

 

Autor: ELAINE APARECIDA REGIANI DE CAMPOS, MARCIA SIERDOVSKI,  SILVIO ROBERTO STEFANO, LUIZ FERNANDO LARA, SANDRA MARA DE ANDRADE

Resumo: Considerando a relevância do papel desempenhado pelas mulheres nas esferas participativas para o desenvolvimento estratégico das organizações que, acoplado as suas mais diversas atribuições se desdobra em uma importância relativamente econômica e social, o objetivo principal desse artigo foi analisar as publicações sobre gênero publicadas no EnANPAD no período de 2004-2014. Para o estudo em questão optou-se pela pesquisa bibliométrica objetivando caracterizar as publicações sobre a gênero no mercado de trabalho. As áreas que foram consultadas foram as seguintes: Estratégia em Organizações (ESO); Estudos Organizacionais (EOR) e Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho (GPR). Desta forma, foi então construído um portfólio de 25 artigos os quais foram avaliados posteriormente. Concluiuse que em um universo de nove mil artigos sobre as mais diversas áreas da Administração, o enfoque de pesquisa voltado para a temática mulher no mercado de trabalho, é incipiente em se tratando da compreensão da atuação feminina no contexto social e econômico, embora trate-se de um tema emergente.

 

Palavras-Chave: Estudo Bibliométrico, Gênero Feminino, Relações no Trabalho.

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7. Título:  A PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE GÊNERO NAS ORGANIZAÇÕES: UMA META-ANÁLISE

 

Autores: Mônica Carvalho Alves Cappelle, Mozar José de Brito, Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo, Kamila, Anderson Vasconcelos
 

RESUMO: As mulheres estão conquistando, a cada dia mais, espaço nas organizações. Contudo, mesmo com o aumento dessa participação em praticamente todas as atividades e com vários direitos conquistados, ainda existem muitas desigualdades em relação ao gênero masculino, o que acarreta em um aumento de pesquisas sobre gênero. Diante disso, objetiva-se com este artigo analisar a produção científica de uma década dos estudos de gênero na Administração. Para tanto, foram levantados todos os artigos publicados nos anais do ENANPAD (Encontro Nacional de Pós-graduação em Administração) e nas revistas científicas RAE, RAC, RAP, RAUSP E O&S nos anos de 1995 a 2004. Os artigos foram analisados de acordo com a classificação teórico-espistemológica proposta por Calás e Smircich (1996) e também em relação à sua temática, método, principais técnicas de pesquisa, natureza da pesquisa e natureza da análise. Além de ser um dos primeiros meta-estudos da área de gênero na Administração, obtiveram-se, com ele, resultados significativos, o que incentiva o desenvolvimento de novas pesquisas sobre o tema.

 

Palavras-Chave: Gênero, Administração, Meta-estudo, Pesquisa, Publicações

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9.  TÍTULO: ABORDAGENS ORGANIZACIONAIS NA ÁREA DA ADMINISTRAÇÃO: fetichismo de gênero?

 

AUTOR: Rafaela Cyrino

RESUMO: Este artigo busca investigar a maneira como o vocábulo gênero tem sido apropriado pela disciplina de administração, tendo como parâmetro de análise uma crítica feminista comprometida com os procedimentos de desconstrução da maneira como a ideia da diferença sexual é concebida. O corpus discursivo submetido à análise envolveu a seleção de artigos acadêmicos na área de administração os quais discutem as relações de gênero do ponto de vista organizacional, publicados entre os anos de 2009 a 2013. Os resultados apontam para um uso acrítico, onde o vocábulo “gênero” aparece como uma etiqueta com caráter de fetiche, a veicular perspectivas homogeneizantes, deterministas e conservadoras a respeito dos sexos.

 

Palavras-chaves: Gênero. Administração. Fetichismo.

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10. TÍTULO:   MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO: ANÁLISE DAS DIFICULDADES DE GÊNERO
ENFRENTADAS PELAS MULHERES DO SÉCULO XXI

 

AUTOR: Felipe Balestrin Seggiaro
 

RESUMO: No Brasil, a população feminina é maioria, e há séculos vem lutando pela equiparação de direitos, incluindo-se ai os do mundo do trabalho. A igualdade é fundamental para o desenvolvimento e progresso das organizações e da sociedade como um todo. A partir deste quadro, este artigo se propôs a verificar os desafios enfrentados por um grupo de mulheres, das diferentes regiões demográficas do Brasil e três gestoras, no mercado de trabalho, através de uma pesquisa quantitativa e qualitativa. Se estabeleceu identificar o perfil das pesquisadas; verificar a percepção destas mulheres sobre questões como a discriminação de gênero, assédio, padrões de beleza e diferença salarial no ambiente de trabalho; e averiguar junto às pesquisadas se a maternidade influencia na disputa por vagas ou cargos no ambiente de trabalho.Por meio da análise destas informações coletadas junto das entrevistadas foi possível concluir que o universo de mulheres da pesquisa sentem que há uma grande diferença entre o tratamento dispensado aos dois gêneros no mundo do trabalho e que os diversos direitos assegurados por lei, não impedem a discriminação de gênero.

 

PALAVRAS-CHAVE: Gênero; Gestão da diversidade; Mulher no mercado trabalho

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11.  TÍTULO: Justiça organizacional de gênero nas empresas: os sentidos atribuídos pelos profissionais de recursos humanos

AUTOR: ANGELA CHRISTINA LUCAS

RESUMO:  As mulheres apresentam maior qualificação, mas menores salários e oportunidades de crescimento de carreira. Como a área de Recursos Humanos (RH) está envolvida, ou é responsável, por essas decisões, questiona-se qual o papel dos profissionais da área pela justiça desses processos decisórios. Nesse contexto, esta tese pretende contribuir com o entendimento das relações entre as mulheres e as empresas em que trabalham, a partir dos conceitos de Gestão Estratégica de RH e Justiça Organizacional. Seu objetivo principal consistiu em revelar quais os sentidos atribuídos pelos profissionais de RH à sua atuação nas questões de Justiça Organizacional relacionada à gênero. O referencial teórico dessa pesquisa foi construído para situar historicamente a evolução do processo de independência econômica das mulheres na sociedade e compreender o papel da área de RH para que essas organizações possam incluir as mulheres dentro de um ambiente em que as políticas e práticas sejam aplicadas de maneira justa para homens e mulheres. O conceito de gênero utilizado para esse trabalho, alinhado à abordagem construcionista utilizada, foi proposto por Scott (1986, p. 1.067), no qual gênero é um “elemento constitutivo de relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos, e é uma forma primária de significar as relações de poder”, de tal forma que quando há mudanças sociais, essas relações também se transformam. Também são apresentados conceitos sobre a Gestão Estratégica de Recursos Humanos, a partir de uma perspectiva contingencial (LEPAK; SHAW, 2008) e das diferenças entre práticas de RH que valorizam ou dissolvem as diferenças entre os grupos dominantes e os minoritários (LIFF, 1997). No que se refere à Justiça Organizacional, são explicadas as quatro dimensões que formam o conceito, Justiça Distributiva, Procedimental, Interpessoal e Informacional, suas relações com as práticas de RH e com as diferenças de gênero. Adotou-se para esta pesquisa a proposta de análise de práticas discursivas de Spink (2011) e, por ser um assunto em momento de mudança social, adotou-se também a “Teoria Social do Discurso” proposta por Fairclough (2001). Verifica-se que os profissionais de RH descrevem a mulher como qualificada, cuidadosa, sensível e com visão holística para a análise das situações. Também são mães (ou serão), heterossexuais e estão em cargos hierárquicos mais altos. Quando as mulheres não apresentam essas características ou comportamentos esperados, são consideradas mais masculinas. Os profissionais de RH atribuem a si mesmo o papel de desenvolver políticas de RH e de influenciar dos gestores, responsáveis pela tomada as decisões de Seleção, Remuneração e Promoção, e também pela criação de um ambiente de trabalho saudável para as mulheres. Durante as entrevistas, foram apresentadas variáveis que impactam a percepção de Justiça Organizacional dos profissionais de RH e outras, relativas à condição da mulher e de contexto, que levam a diferenças entre homens e mulheres. Em relação às práticas de Gestão da Diversidade que poderiam contribuir para uma maior igualdade entre homens e mulheres no ambiente de trabalho, constatou-se que seria possível combinar práticas vinculadas à corrente de Valorização das Diferenças e de Dissolução das Diferenças.

 

Palavras-chave: Recursos humanos. Justiça organizacional. Mulheres

CATEGORIA:  Tese (Doutorado) - Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015

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12. MATERNIDADE E CARREIRA: DESAFIOS DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO APÓS A LICENÇA MATERNIDADE

ARIANNE RIBEIRO THIAGO DE OLIVEIRA

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13. DESIGUALDADE DE GÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO: Percepções de estudantes de Administração durante a experiência de estágio

Beatriz Miranda Sommer

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14.  Gênero e as Práticas de Gestão nas Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil

Gender and management practices at the Best Companies to Work For in Brazil

Fernanda Mendes Pires, Angela Christina Lucas* *, Sandra Mara de Andrade, Wilson Aparecido Costa de Amorim, André Luiz Fischer

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15. GÊNERO E INSERÇÃO PROFISSIONAL: EXPECTATIVAS DE ESTUDANTES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA QUANTO AO MERCADO DE TRABALHO

Luísa Amaral Latorre

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17.  Igualdade de gênero na ocupação de cargos de administração de empresas: um estudo de caso a partir da percepção das trabalhadoras da empresa Guaraves, em Guarabira-PB

LIDIANA GRANGEIRO DE MOURA
lydhianny@gmail.com
Ma. CLARISSA CECILIA FERREIRA ALVES
clarissa.alves@ifpb.edu.br

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18. INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA CARREIRA EM PROL DA MATERNIDADE
VOLUNTEER INTERRUPTION OF CAREER IN FAVOUR OF MATERNITY

Harrison Bachion Ceribeli
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Ouro Preto/MG, BRASIL
harrisonbceribeli@hotmail.com
Edlane Regis da Silva
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Ouro Preto/MG, BRASIL
edlane.silva@yahoo.com.br

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19.  LIDERANÇA E GÊNERO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: A PERCEPÇÃO DOS GERENTES DAS AGÊNCIAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL EM RECIFE

LEOZINA BARBOSA DE ANDRADE

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20.  MATERNIDADE & CARREIRA: Experiências de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão
Governamental (EPPGG) do governo do Estado de Minas Gerais

Marcela de Lacerda Trópia

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21.  Mulheres no Mercado Financeiro: Um olhar sob a ótica de gênero Itali Pedroni Collini
Orientadora: Tania Casado (EAD)
Co-orientadora: Silvia Casa Nova (EAC)

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22.  Mulheres Gerentes: Construindo as Identidades de Gênero no Trabalho

Nereida Salette Paulo da Silveira

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23.  OS DESAFIOS DA PATERNIDADE E DA MATERNIDADE E A INTERVENÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL FRENTE AS QUESTÕES DE GÊNERO

SILVANIA FERREIRA

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24.  PROTEÇÃO DA MULHER: DIREITO INDIVIDUAL E SOCIAL À IGUALDADE DE CONDIÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO E AO DIREITO À MATERNIDADE

Grasiele Augusta Ferreira Nascimento

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25. ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES E MATERNIDADE: UM ESTUDO COM AS MULHERES MÃES DE CHAPECÓ /SC

GÉSSICA MARTINI

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